Bounds | A necessidade da oração | E-Book | www2.sack.de
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E-Book, Portuguese, 132 Seiten

Bounds A necessidade da oração


1. Auflage 2015
ISBN: 978-85-8218-178-2
Verlag: Editora Oxigênio
Format: EPUB
Kopierschutz: Adobe DRM (»Systemvoraussetzungen)

E-Book, Portuguese, 132 Seiten

ISBN: 978-85-8218-178-2
Verlag: Editora Oxigênio
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A necessidade da Oração, assim como outros livros de Edward M. Bounds nos apresenta de forma prática os ensinos da Bíblia Sagrada.Esse livro ajudará os cristãos sinceros de hoje a descobrirem o mistério e a majestade da oração.Prepare-se para uma experiência com Deus através da oração e entenda a sua necessidade na vida do Cristão.

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I - Oração e fé
“Um amigo meu muito querido, que era totalmente amante da caça, contou-me a seguinte história. ‘Ao me levantar cedo, certa manhã’, disse ele, ‘ouvi o latido de um grupo cães-veadeiros em busca de sua caça. Olhando adiante, para um campo largo, aberto diante de mim, vi um jovem gamo abrindo caminho e dando sinais, além disso, de que sua raça era pouco afeita à velocidade. Ao chegar à cerca, ele saltou sobre ela e se agachou acerca de 2 metros de onde eu estava. Um momento depois, dois cachorros chegaram e o gamo correu em minha direção e empurrou sua cabeça entre minhas pernas. Levantei-o até a altura do meu peito e, movendo-me de um lado para outro, espantei os cachorros. Senti, naquele momento, que todos os cachorros do Oeste não podiam e não deviam capturar aquele gamo depois que sua fraqueza recorreu à minha força’. Assim acontece quando um ser humano sem esperança recorre ao Deus Todo-Poderoso. Eu me lembro de quando os cachorros do pecado estavam atrás de minha alma, até que, por fim, corri para os braços do Deus Todo-Poderoso.” – A. C. DIXON. EM um estudo dos princípios e do procedimento da oração, de suas atividades e desafios, o primeiro lugar deve, necessariamente, ser dado à fé. Ela é a qualidade inicial no coração de uma pessoa que se prepara para falar com Aquele que não pode ser visto. Ela deve, por causa de sua total falta de esperança, estender mãos de fé. Ela deve crer quando não puder provar. No fim, a oração é simplesmente a fé reivindicando suas prerrogativas naturais, mas maravilhosas – a fé tomando posse de sua herança ilimitável. A verdadeira fé é tão verdadeira, firme e perseverante no campo da fé quanto no campo da oração. Além disso, quando a fé deixa de orar, ela deixa de viver. A fé faz o impossível porque traz Deus para agir por nós e nada é impossível com Deus. Como é grande – sem qualificação ou limitação – o poder da fé! Se a dúvida for banida do coração e a incredulidade se tornar desconhecida ali, o que pedirmos a Deus certamente acontecerá e o crente receberá “tudo o que disse”. A oração projeta a fé sobre Deus e Deus sobre o mundo. Somente Deus pode mover montanhas, mas a fé e a oração podem mover Deus. Em sua maldição sobre a figueira sem fruto, o Senhor demonstrou seu poder. Em seguida, ele passou a declarar que grandes poderes estavam entregues à fé e à oração não para matar, mas para fazer viver, não para destruir, mas para abençoar. Neste ponto de nosso estudo, voltamo-nos para uma declaração de nosso Senhor que precisa ser enfatizada, pois é a própria pedra fundamental da relação entre fé e oração: “Tudo quanto pedirdes em oração, crendo, recebereis”. (Mt 21.22). Devemos ponderar bem esta declaração: “Crendo, recebereis”. Aqui é descrita a fé que realiza, que se apropria, que toma. Esta fé é uma consciência do Divino, uma comunhão experimentada, uma certeza realizada. A fé está crescendo ou declinando com o passar dos anos? A fé se mantém firme e forte nestes dias, quando a iniquidade se multiplica e o amor de muitos se esfria? A fé mantém sua influência, quando a religião tende a se tornar uma mera formalidade e a impiedade prevalece cada vez mais? A pergunta de nosso Senhor pode, com grande propriedade, ser a nossa: “Quando vier o Filho do Homem, achará, porventura, fé na terra?” (Lc.18.8). Cremos que sim, e é nosso dever, em nossa época, cuidar para que a lâmpada da fé esteja em boa ordem e acesa, pois Ele virá muito em breve. A fé é o fundamento do caráter cristão e a segurança da alma. Quando Jesus estava prevendo a negação de Pedro e advertindo-o sobre ela, ele disse ao seu discípulo: “Simão, Simão, eis que Satanás vos reclamou para vos peneirar como trigo! Eu, porém, roguei por ti, para que a tua fé não desfaleça”. (Lc 22.31) Nosso Senhor estava declarando uma verdade central: era a fé de Pedro que ele estava procurando preservar, pois ele bem sabia que, quando a fé é quebrada, os fundamentos da vida espiritual se perdem e toda a estrutura da vida espiritual se desvanece. Era a fé de Pedro que precisava ser preservada. Por isso vemos a preocupação de Cristo pelo bem-estar da alma de seu discípulo e sua determinação em fortalecer a fé de Pedro por sua própria oração totalmente predominante. Em sua segunda epístola, Pedro tem esta ideia em mente quando fala sobre o crescimento na graça como uma medida de segurança na vida cristã e como implicando em frutificação. “Reunindo toda a vossa diligência, associai com a vossa fé a virtude; com a virtude, o conhecimento; com o conhecimento, o domínio próprio; com o domínio próprio, a perseverança; com a perseverança, a piedade”. (2Pe 1.5, 6) Neste processo de adição, a fé foi o ponto de partida – a base das outras graças do Espírito. A fé foi o fundamento sobre o qual as outras virtudes deviam ser edificadas. Pedro não ordena a seus leitores que acrescentem às obras, ou aos dons ou às virtudes, mas a fé. Muita coisa depende do ponto de partida correto neste crescimento em graça. Há uma ordem divina, da qual Pedro está consciente e, por isso, ele declara que devemos ser diligentes em confirmar nossa vocação e eleição (2Pe. 1.10), que a eleição é confirmada quando acrescentada à fé, o que, por sua vez, é feito por oração constante e sincera. Assim, a fé é mantida pela oração e cada passo dado neste crescimento de graça em graça, é acompanhado pela oração. A fé que cria a oração poderosa é a fé que é centralizada em uma pessoa poderosa. A fé na capacidade de Cristo de fazer e fazer grandemente é a fé que ora grandemente. Deste modo, o leproso se lançou sobre o poder de Cristo: “Senhor, se quiseres”, clamou, “podes purificar-me” (Mt. 8.2). Neste caso, vemos como a fé é centralizada na capacidade de Cristo fazer e como ela assegurou o poder de curar. Foi a respeito deste ponto exato que Jesus questionou os cegos que foram até ele para serem curados: “Credes que eu posso fazer isso? Responderam-lhe: Sim, Senhor! Então, lhes tocou os olhos, dizendo: Faça-se-vos conforme a vossa fé”. (Mt. 9. 28,29). Foi para inspirar a fé em sua capacidade de fazer que Jesus deixou atrás de si a última, maior afirmação que, em análise final, é um desafio retumbante à fé: “Toda autoridade”, declarou ele, “me foi dada no céu e na terra” (Mt 28.18). Novamente: a fé é obediente. Ela age quando ordenada, como fez o oficial que foi até Jesus e cujo filho estava gravemente enfermo (Jo 4.47). E mais: esta fé age. Como o homem que nasceu cego, ela vai se lavar no tanque de Siloé que recebe ordem para ir (Jo 9.1-12). Pedro, em Genesaré, ela lança a rede onde Jesus ordena, instantaneamente, sem questionar ou duvidar (Lc 5.1-11). Esta fé prontamente remove a pedra do túmulo de Lázaro (Jo 11.39). Uma fé que ora cumpre os mandamentos de Deus e faz aquilo que é agradável aos seus olhos. Ela pergunta: “Que farei, Senhor?” (At 22.10) e responde rapidamente: “Fala, porque o teu servo ouve” (1Sm 3.9). A obediência ajuda a fé e a fé, por sua vez, ajuda a obediência. Fazer a vontade de Deus é essencial à verdadeira fé e a fé é necessária à obediência implícita. No entanto, muito frequentemente, a fé precisa perseverar em paciência diante de Deus e estar preparada para a aparente demora de Deus em responder à oração. A fé não fica abatida quando a oração não é imediatamente honrada. Ela se submete a Deus em sua Palavra e deixa que ele leve o tempo que desejar no cumprimento de sues propósitos e na realização de sua obra. Com certeza há muita demora e longos dias de espera para a verdadeira fé, mas ela aceita as condições – ela sabe que haverá demora na resposta à oração e considera essa demora como um tempo de provação no qual ela tem o privilégio de mostrar seu vigor e o material rígido de que é feita. O caso de Lázaro foi um exemplo em que houve demora, no qual a fé de duas boas mulheres foi provada ao extremo. Lázaro estava gravemente enfermo e suas irmãs mandaram chamar Jesus. Entretanto, sem nenhuma razão conhecida, nosso Senhor demorou a socorrer seu amigo enfermo. O pedido era urgente e tocante: “Senhor, está enfermo aquele a quem amas” (Jo 11.3) – mas o Mestre não se comoveu com isso e o pedido sincero das mulheres pareceu cair em ouvidos surdos. Que prova para a fé! Além disso, a lentidão de nosso Senhor pareceu produzir uma desgraça incorrigível. Enquanto Jesus demorava, Lázaro morreu. Mas a demora de Jesus foi realizada em favor de um bem maior. Finalmente, ele foi para a casa de Lázaro, em Betânia. “Então Jesus lhes disse claramente: Lázaro morreu; e por vossa causa me alegro de que lá não estivesse, para que possais crer; mas vamos ter com ele”. (Jo 11.14, 15) Não tema, crente tentado e provado! Jesus virá, se houver paciência e a fé se mantiver firme. Sua demora servirá para fazer com que sua vinda seja mais ricamente abençoada. Continue orando. Continue esperando. Você não pode desistir. Se Cristo demorar, espere por ele. Em seu próprio momento oportuno, ele virá e não tardará. Geralmente, a demora é o teste e a força da fé. Quanta paciência é necessária quando chegam esses momentos de provação! No entanto, a fé se fortalece esperando e orando. A paciência aperfeiçoa sua obra na escola da demora. Em alguns casos, a demora pertence à própria essência da oração. Deus tem que fazer muitas coisas antes de dar a resposta final – coisas que são essenciais para o benefício permanente...



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